terça-feira, 25 de março de 2008

grunge


A cena grunge começou principalmente com duas bandas, o Soundgarden e o Green River, sendo este último considerado o grande pai do movimento.
É indiscutível que o Nirvana foi a banda que atraiu os olhos de todo o mundo para Seattle, no que a mídia denominou como “fenômeno grunge”, mas seria injustiça deixar de lembrar os nomes que iniciaram a cena, os que a mantiveram mesmo após a morte de Kurt (Ex: Alice in Chains - que só acabou oficialmente em 2002, com a morte por overdose de Layne Staley; Stone Temple Pilots - em vias de extinção e o Soundgarden – dissolvido em 1997) e os que ainda fazem boa música, seja lá o nome que ela receba atualmente (Ex: Pearl Jam e Audioslave – com o ex-Soundgarden, Chris Cornell).
Pode-se fazer uma distinção entre as bandas grunge. As da primeira safra - Green River, Soundgarden e Mudhoney - têm uma sonoridade bem mais pesada do que as da segunda, que tem como seu melhor exemplo o Nirvana. A banda abusa das distorções de guitarra e dinâmica punk de tocar músicas curtas de maneira rápida.
A partir do momento em que Seattle e o grunge adquiriam importância histórica e chamavam a atenção da imprensa especializada, as bandas assinaram contratos com grandes gravadoras, caprichando mais na produção e perdendo um pouco de sua crueza original. Nevermind , o álbum mais cultuado pelos admiradores do grunge, teve sua sonoridade mais “limpa”, tansformando o grunge em um produto mais acessível comercialmente. Esse viria a ser o grunge moderno e é o que mais estamos acostumados a escutar nas rádios.
Grunge é o nome dado ao movimento musical de Seattle , iniciado no fim dos anos 80, um movimento que se diferenciava do Rock que era tocado na época. Foi preciso dar um nome a essa explosão musical que estava se tornando a nova moda, e Grunge (que quer dizer sujo em inglês) . Grunge é apenas o nome dado pela mídia e adotado pelo público a essa explosão de bandas vindas de Seattle e suas proximidades. As bandas na verdade não possuem, necessariamente, semelhança musical, cada uma possui influências diferentes e características particulares, como em qualquer movimento, porém, todas enfrentavam a mesma realidade; existem semelhanças nos temas e comportamento destas bandas. Associa-se ao grunge, na mídia principalmente, bandas como Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden, Pearl Jam, Stone Temple Pilots, Mudhoney, Temple of the Dog e outras bandas que pegaram carona nesse movimento como L7 e Hole. Calça rasgada, jeito largado, camisas de flanela quadriculadas, all stars, era como se apresentavam os jovens no início da década de 90 , sendo esta a imagem que até hoje associam ao movimento. Mas não é necessário estar a carácter de algum estilo para segui-lo. "Muitas pessoas acham respostas na religião, outras nas pessoas em volta... O grunge acha na música."




sábado, 15 de março de 2008

discografia oficial do nirvana




BLEACH-1989
01. Blew
02. Floyd the Barber

03. About a Girl
04. School
05. Love Buzz

06. Paper Cuts

07. Negative Creep

08. Scoff
09. Swap Meet

10. Mr. Moustache

11. Sifting
12. Big Cheese

13. Downer





NEVERMIND - 1991
01. Smells Like Teen Spirit

02. In Bloom
03. Come As You Are
04. Breed
05. Lithium

06. Polly
07. Territorial Pissings

08. Drain You
09. Lounge Act
10. Stay Away
11. On A Plain

12. Something In The Way




INCESTICIDE - 1992
01. Dive
02. Sliver

03. Stain

04. Been a Son [Mark Goodier Session]
05. Turnaround [John Peel Session]

06. Molly’s Lips [John Peel Session]

07. Son of a Gun [John Peel Session]

08. (New Wave) Polly [Mark Goodier Session]

09. Beeswax
10. Downer

11. Mexican Seafood
12. Hairspray Queen

13. Aero Zeppelin

14. Big Long Now

15. Aneurysm [Mark Goodier Session]




IN UTERO - 1993

01. Serve The Servants
02. Scentless Apprentice
03. Heart-Shaped Box
04. Rape Me
05. Frances Farmer Will Have Her Revenge On Seattle

06. Dumb

07. Very Ape

08. Milk It

09. Pennyroyal Tea

10. Radio Friendly Unit Shifter

11. Tourette’s

12. All Apologies




MTV UNPLUGGED IN NEW YORK - 1994
01. About A Girl
02. Come As You Are
03. Jesus Doesn’t Want Me For A Sunbeam

04. The Man Who Sold The World
05. Pennyroyal Tea

06. Dumb
07. Polly

08. On A Plain

09. Something In The Way

10. Plateau

11. Oh Me

12. Lake Of Fire
13. All Apologies
14. Where Did You Sleep Last Night




FROM THE MUDDY BANKS OF THE WISHKA - 1996
01. Intro
02. School
03. Drain You
04. Aneurysm
05. Smells Like Teen Spirit
06. Been A Son
07. Lithium
08. Sliver
09. Spank Thru
10. Scentless Apprentice
11. Heart-Shaped Box
12. Milk It
13. Negative Creep
14. Polly
15. Breed
16. Tourette’s
17. Blew





NIRVANA
01. You Know You’re Right [previously unreleased]
02. About A Girl
03. Been A Son
04. Sliver
05. Smells Like
06. Come As You Are
07. Lithium
08. In Bloom
09. Heart-Shaped Box
10. Pennyroyal Tea
11. Rape Me
12. Dumb
13. All Apologies
14. The Man Who Sold The World






SLIVER - THE BEST OF THE SON
1.Spank Thru
2.Heartbreaker
3.Mrs. Butterworth
4.Floyd the barber
5.Clean up before she comes
6.About a girl
7.Blandest
8.Ain't in Shame
9.Sappy
10.Opinion
11. Lithium
12.Sliver
13.Smell like teens spirit
14. Come as you are
15. Old Age
16.oh the guilt
17.Rape me (home demo)
18.Rape me(band demo)
19.Heart shaped box
20. Do re mi
21.You know you're right
22. All apologies



ABRAÇOS PRA TDS FÃS DO NIRVANA!!!!!!!!!!!!!!!









segunda-feira, 3 de março de 2008

RESUMO SOBRE A INFÂNCIA DE KURT


Kurt nasceu no dia 20.02.1967 na pequena cidade de Hoquain , a 140 km de Seattle. Pouco depois mudou-se para Aberdeen,sua mãe era uma garçonete e seu pai era mecânico.

A vida de Kurt mudou muito quando ele tinha apenas sete anos, época em que seus pais divorciaram-se, em 1975 - um evento que mais tarde citaria como um dos mais impactantes de sua vida. Sua mãe notou que sua personalidade havia mudado drasticamente e que o garoto havia se tornado extremamente tímido e quieto.

Em 1979 Kurt encarou o suicídio de uma tia-avó e cinco anos mais tarde o suicídio e um tio. Kurt fixou-se na casa da sua mãe,quando ela se casou de novo,uma vez, quando ela desconfiava que o marido a estava traindo,pos uma arma na cabeça, Kurt presenciou tudo,quando ela tentou atirar sem sucesso.

Numa entrevista concedida em 1993, Cobain diz: "Lembro que me senti muito envergonhado, por alguma razão. Eu tinha vergonhA dos meus pais. Não conseguia mais encarar meus colegas de escola porque eu queria voltar a ter desesperadamente aquele clássico sentimento de família - mãe, pai. Eu queria aquela segurança, então passei a guardar rancor dos meus pais por muitos anos a partir de então."


Depois de um ano vivendo com sua mãe após o divórcio, Cobain mudou-se para a cidade de Montesano, também em Washington, onde foi morar com seu pai. Contudo, após alguns anos, sua rebelião juvenil tornou-se tão esmagadora que ele se viu morando ora com amigos, ora com parentes.


Na escola, Cobain pouco se interessou por desporto. Depois de uma grande insistência por parte de seu pai, Cobain entrou para o time de luta livre do ginásio. Embora tenha sido um bom lutador, Kurt abandonou o time depois de um tempo. Também fez parte da equipe de atletismo de um colégio que estudou. Além disso, seu pai o colocou para jogar na liga local de beisebol, mas logo Kurt tratou de apagar seu nome da lista de inscritos.


Ao invés de se dedicar ao desporto, focou-se nas artes em geral. Kurt desenhava muito durante as aulas: carros, caminhões, guitarras, cartuns e até sua própria pornografia. No seu décimo quarto aniversário, Kurt ganhou sua primeira guitarra elétrica.

L7



A idéia de formar o L7 surgiu em 1985 quando Suzi Gardner conheceu Donita Sparks em Los Angeles. Na verdade, nenhuma das duas era de Los Angeles, Suzi morava em Sacramento enquanto que Donita era de Chicago.

Em 1986, depois de muito ensaio, a idéia da banda ficou mais séria quando Jennifer Finch (que morava em San Francisco) se tornou a baixista do recém formado L7.

A partir daí a banda passa a fazer vários shows em clubes da cidade, com Suzi e Donita nos vocais e guitarras, Jennifer no baixo e o baterista Roy Koutsky completando a formação.

E não demorou muito para conseguir um contrato, que acaba sendo assinado com a gravadora Epitaph para o lançamento de seu primeiro disco . O álbum, auto-intitulado "L7" é lançado em 1988 com produção de Brett Guertzitz, e a banda embarca em sua primeira turnê nacional, abrindo para o Bad Religion.
Depois de um tempo trocando de bateristas, em 1988, Demetra (Dee) Plaskas, que também era de Chicago, se junta a banda, solidificando de vez a formação considerada "original" do L7.
Já no ano seguinte o L7 assina com a Sub Pop e faz a sua segunda turnê nacional. desta vez ao lado da banda Catt Butt. O primeiro lançamento pela Sub Pop surge em 1990, o disco "Smell The Magic". Depois de sua primeira turnê na Europa (abrindo shows para o Nirvana), e vários shows lotados nos EUA, o L7 começa a chamar a atenção das grandes gravadoras. Em 1991 a banda assina com a Slash Records e no ano seguinte é lançado "Bricks Are Heavy". Com o novo disco, o L7 mostrou que não perdeu a sua agressividade e a sua pegada depois de assinar com uma gravadora grande, apenas consolidou o seu estilo contando com uma produção mais caprichada. "Brick Are Heavy" foi produzido por Butch Vig (hoje no Garbage), o guru por trás dos clássicos "Nevermind", "Siamese Dream" e "Dirty", entre outros.

Mas a repercussão do novo álbum foi extraordinária, vendendo centenas de milhares de cópias no mundo todo, puxado principalmente pelo sucesso de "Pretend We're Dead", a música mais calma e pop do disco, até hoje a música mais conhecida do L7.
O restante de 1992 e 1993 foi ocupadíssimo na carreira da banda, com duas extensas turnês nos Estados Unidos, outras duas na Europa (uma delas abrindo para o Faith no More), shows no Japão e Austrália, apresentações ao vivo em programas como o de David Letterman nos EUA, e shows em grandes festivais, como o de Reading na Inglaterra e o Hollywood Rock no Rio e em São Paulo. De sua passagem pelo Brasil, o L7 deve guardar boas lembranças. Apesar da companhia de grandes nomes como Nirvana, Alice In Chains e Red Hot Chili Peppers, o L7 não fez feio e foi protagonista de um dos mais empolgantes shows do festival.

Nessa época a banda ajudou a fundar a organização Rock for Choice, entidade beneficente que arrecada fundos para a luta pelo direito de escolha das mulheres com relação ao aborto. O primeiro show do Rock for Choice contou, além do próprio L7, com o Nirvana e Hole. Aliás, são várias as conexões entre o L7 e o Nirvana, além das diversas turnês e shows em conjunto, foi por intermédio de Jennifer Finch, a baixista do L7 que Courtney Love conheceu Kurt Cobain.
Hoje em dia, o Rock for Choice continua influente a atuante, mas o L7 se distanciou das atividades do dia-a-dia da organização. "Nosso negócio e rock e não política", justificam as meninas.
1994 foi o ano do lançamento do pesadíssimo "Hungry For Stink", produzido por Garth Richardson. Desta vez não houve um grande hit nem as vendas entusiasmaram, mas com certeza o L7 já tinha garantido um público do tamanho que sempre pretendeu. O primeiro single, "Andres" teve videoclip co-dirigido por Steve Hanft (que trabalhou no clip de "Loser" do Beck) e pela própria Donita Sparks. Ainda em 1994, o L7 participou do mega-festival alternativo Lollapalooza.
Depois de um merecido descanso, a banda retorna para gravar um novo álbum em 1997, desta vez com uma péssima notícia: Jennifer Finch deixaria o grupo depois de 10 anos juntos (ela pretendia retomar a faculdade). O novo álbum, "The Beauty Process: Triple Platinum" é o mais diverso e variado do L7 até hoje. Letras enigmáticas e composições mais trabalhadas estão presentes no disco, mas sem deixar de lado a espontaneidade. A música "Lorenza, Giada, Alessandra" surgiu de uma improvisação durante um show na Itália (a música é uma homenagem à três fãs italianas). Por outro lado, "Moonshine" é o mais próprio do romântico que o L7 já gravou. Para a turnê do novo disco, a banda contou com a presença da baixista Gail Greenwood, que tocava na banda Belly. Essa turnê foi registrada em um vídeo dirigido por Krist Novoselic, lançado com o título de "The Beauty Process Live".

Como a vendagem de discos nunca foi um determinante na carreira da banda, logo após Beauty Process, o contrato com a gravadora Slash não é renovado e o L7 está de volta às gravadoras independentes. Mas a banda faz essa transição em grande estilo, fundando a sua própria gravadora, a Wax Tadpole Records. O primeiro disco pela nova casa é "Slap-Happy", de 1999, mais um trabalho digno ao legado do L7. O disco foi gravado como um trio, já sem a presença de Gail Greenwood, que deixou a banda por razões geográficas. A maratona de shows de divulgação de "Slap-Happy" contou com a nova baixista Janis Tanaka.
Atualmente a banda está naquele recesso de costume entre um álbum e outro e ainda não há planos nem datas para retomar as atividades.

domingo, 2 de março de 2008

Fotos Alice In Chains


Layne Stanley





Sean Kinney





Mike Inez





William Du Vall






Jerry Cantrell

ALICE IN CHAINS



Alice In Chains:


-VOCAL: William Du Vall

-GUITA:Jerry Cantrell

-BAIXO:Mike Inez

-BATERIA:Sean Kinney

-FORMAÇÃO: Seattle, WA em 1987


OUTROS INTEGRANTES:

- VOCAL: Layne Stanley (morreu em 2002)

-BAIXO:Mike Starr (saiu da banda em 1993)




ORIGEM DA BANDA:


O Alice in Chains se sobressaiu como uma das principais bandas na primeira metade da década de 90 em Seattle. A banda foi formada em 1987, quando Layne Staley (vocalista) conheceu Jerry Cantrell (guitarrista) no Music Bank, em Seattle.

Antes disso, Staley já tocava com alguns amigos em uma banda chamada Alice N’ Chains, mas a partir de seu encontro com Cantrell a banda passa a se chamar Alice In Chains e o negócio começa a ficar mais sério.

Jerry traz para a banda o baixista Mike Starr e o baterista Sean Kinney, e a banda começa a tocar nos clubes e bares de Seattle.
Em 1989, a banda assina com a Columbia Records. Em junho do ano seguinte, lançam o EP "We Die Young" (que hoje é muito difícil de achar). O som da banda logo se caracteriza como um "hard-metal" de primeira, com pitadas de Black Sabbath e Metallica.

Layne mostra-se um letrista melancólico e sentimental. Ainda em 1990, no verão, a banda lança o álbum "Facelift" e começa a fazer turnês ao lado de nomes como Megadeth, Iggy Pop e Van Halen.

O disco começa a fazer sucesso (ganharia disco de ouro mas tarde) e a banda começa a ganhar prestígio. Em maio de 1991, a banda participa do Clash of Titans, com Slayer, Megadeth e Anthrax.
Em novembro de 1991, o AiC grava mais um EP, chamado de "SAP", que é quase todo acústico e possui as participações de Chris Cornell (Soundgarden) e Mark Arm (Mudhoney). Reza a lenda que o título do disco veio de um sonho do baterista Sean Kinney. Nesse período, o grunge começava a virar sensação, com bandas como Soundgarden, Nirvana e Pearl Jam estourando nas rádios do mundo inteiro.
Em abril de 1992, a banda começa a gravar seu novo disco, com Dave Jerden na produção, e em setembro desse ano "Dirt" é lançado. A banda excursiona com Ozzy Osbourne por 3 meses e toca no Hollywood Rock, no Rio de Janeiro, em janeiro de 1993. Depois dessa passagem pelo Brasil, Mike Starr resolve deixar a banda pois não agüenta mais fazer turnês, sendo substituído por Mike Inez, que era baixista de Ozzy.

Ainda em 1993, a banda toca com o Screaming Trees na Europa e participa do Lollapalooza, que tinha o Primus com atração principal. No disco "Dirt", as letras de Staley estão bastante depressivas, com temas como morte e drogas. Esse disco ganha três discos de platina.
Em setembro de 1993, a banda grava mais um mini-disco, chamado "Jar of Flies", produzido por Toby Wright e lançado no começo de 1994. É o primeiro EP da história a chegar no topo da parada da revista Billboard.
Depois de algum tempo fora de cena, Staley aparece em um projeto paralelo com Mike McCready (Pearl Jam), Barret Martin (Screaming Trees) e Baker Saunders (Lamont Cranston). Sob o nome de Mad Season, eles gravam um disco chamado "Above", lançado em março de 1995.
Em abril de 1995, o Alice In Chains entra no estúdio Bad Animals, em Seattle, para a gravação de um novo disco, novamente com a produção de Toby Wright. O resultado é lançado em novembro de 1995, e o álbum possui como título simplesmente o nome da banda (apesar de alguns chamarem de "Tripod").

No Japão, a capa do disco é censurada, pois possui um cachorro com apenas três pernas. Eles decidem não fazer turnê para divulgar o disco o que faz aparecerem boatos de que a banda estaria se separando.
Mas em maio de 1996 o Alice In Chains se reúne novamente para a gravação de um show acústico especial para a MTV (que seria lançado em vídeo e álbum no verão desse mesmo ano, novamente com a produção de Toby Wright), e logo depois voltam aos palcos para serem a banda de abertura do início da turnê da volta do Kiss, a Kiss Alive 96/97 World Tour.
Após isso os membros do Alice In Chains ficam envolvidos em outros projetos, principalmente Jerry Cantrell, que lança "Boggy Depot" (álbum solo com participações de Norword Fisher do Fishbone, Rex Brown do Pantera, Les Craypool do Primus, e Mike Inez e Sean Kinney do próprio Alice In Chains), participa de um álbum de Glenn Danzig (ex-Misfits), participa também da trilha sonora do filme The Cable Guy e faz shows de abertura para o Metallica. Layne, por sua vez, contribui na trilha sonora do filme The Faculty (gravando uma nova versão para "Another Brick In the Wall part II", do Pink Floyd, ao lado de Tom Morello, Steve Perkins e Martyn Lenoble).
Em 29 de junho de 1999 é lançada uma coletânea da banda, chamada "Nothing Safe: The Best of the Box", com os principais sucessos da carreira do Alice In Chains, e mais uma música inédita. Esse lançamento serviu de aperitivo para o que viria a seguir: o box set Music Bank, lançado ainda em 1999, contendo raridades, gravações ao vivo e demos que a banda guardou ao longo de seus mais de 10 anos de carreira. 2000 foi mais um ano com poucas novidades na carreira do Alice in Chains. No fim do ano, foi lançada uma nova coletânea, desta vez composta por gravações ao vivo de três das turnês da banda, chamada simplesmente Live. O show mais recente a aparecer no disco é de 1996, quando o AIC abriu shows da turnê do Kiss. No ano seguinte, mais uma coletânea, desta vez chamada de Best Of Alice In Chains. Essa nova coletânea é uma espécie de re-edição de Nothing Safe, lançada dois anos antes, e não traz nada de novo. O futuro segue incerto e a banda permanece com o status de "inativa", apesar de oficialmente ainda existir. Os problemas de Layne Staley com as drogas continuam, e muitos temem o pior. O começo da primeira década após o grunge passa e muitos boatos sobre Layne são divulgados nesse período em que a banda permanece inativa, mas acabam sempre desmentidos para o alívio dos fãs que ainda têm esperanças de ver o Alice in Chains tocando. Em abril de 2002, no dia 20, novas notícias mundo afora dão conta da morte de Layne Staley. Mas infelizmente, dessa vez não era mentira. Layne foi encontrado morto em sua casa, vítima de uma overdose.
Alguns anos se passam, as inevitáveis coletâneas e box sets póstumos são lançados, até que, para perplexidade geral, em 2005, Jerry Cantrell revela planos de ressuscitar a banda, para alguns shows pelos EUA. Em 2006, a idéia se concretiza: Cantrell, Inez e Kinney se reunem para um turnê, contando ainda com o vocalista William DuVall. Para alívio dos fãs, Jerry comenta também que se a coisa for ficar mais séria, envolvendo a gravação de novos discos, por exemplo, é provável que o grupo mude de nome, para manter intacto o legado original do Alice in Chains. Mas por enquanto, a nova formação segue na estrada.


sábado, 1 de março de 2008

Diário do Kurt Cobain




A primeira vez que vi o céu!! foi exatamente às seis horas e cinquenta e sete minutos depois do momento em que percebi uma geração inteira se encantar com coisas ruins.Foi, sem dúvida alguma, minha primeira morte, e apenas a primeira de muitas pequenas mortes que se seguiriam.

Vocês sabem quando alguma coisa está predestinada a partir seu coração e terminar como uma tragédia ???

Era 12 de janeiro de 1992, uma manhã de domingo, clara, mas fria. A temperatura na cidade de nova York acabaria se elevando aos 32 graus, mas às sete da manhã, em uma pequena suíte do hotel Omni, era quase congelante.
Uma janela havia sido deixada aberta por causa do mau cheiro dos cigarros e o resto tudo. A manhã de Manhattan havia roubado todo o calor do ambiente o quarto em si parecia ter sido engolfado por uma tempestade: esparramados pelo chão, como a desordem de um sei la o que , montes de roupas, camisas e sapatos. Próximo às portas duplas da suíte, uma meia dúzia de bandejas cobertas com os restos de vários dias de refeição do serviço de quarto.Rolinhos semicomidos e fatias rançosas de queijo cobriam o tampa das bandejas e um punhado de moscas-das-frutas pairavam sobre a alface murcha típica de um quarto de hotel qualquer,o que não era caso!!
Era consequência do aviso que eu dei às arrumadeiras para ficarem longe do quarto. Eles Haviam alterado a placa "não perturbe" para " Nem Pense Em perturbar!".."Eu acordei às sete horas da manhã" "Nunca fiquei tão assustado"aos 24 anos de idade.
Menos de sete horas antes, eu e a banda, o Nirvana, haviamos tido o número musical do SATURDAY NIGHT LIVE. Minha apresentação no programa se mostraria um divisor de águas na história do rock-and-roll: a primeira vez que uma banda grunge havia recebido exposição nacional ao vivo na televisão. foi no mesmo fim de semana em que o maior lançamento do Nirvana, Nevermind, batia Michael Jackson no primeiro lugar das paradas da Billboard, tornando-se o álbum mais vendido no país.
Embora não fosse um sucesso da noite para o dia- a banda estava montada havia quatro anos-, a maneira pela qual o Nirvana havia tomado de surpresa a indústria musical não tinha precedentes.Praticamente desconhecida um ano antes, o Nirvana tomou de assalto as paradas com "Smells Like teen Spirit", que se tornou a canção mais conhecida de1991, a frase de abertura na guitarra simbolizando o verdadeiro início do rock dos anos 90. Dias depois Saturday Night Live com as mesmas roupas que vestia nos dois dias anteriores: um par de tênis converse, jeans com grandes buracos nos joelhos, uma camiseta de propaganda de uma banda desconhecida .Fazia uma semana que não lavava a cabeça, mas havia tingido os cabelos .

As lembranças são o meu pior inimigo..
é foda viver com isso.

Malvada como eu - por Courtney Love




Courtney Love diz quem são as "Bad Girls" e por que elas não toleram as boazinhas
Eu nasci malvada. Meu pai biológico é um homem mau, por isso que a mamãe logo pensou "ó, ela tem aquela gota de sangue ruim nela". Só que no fundo mesmo, e com meu namorado, eu sou toda família e puritana boazinha - mas não conta pra ninguém.Quando você é uma garota malvada, as pessoas morrem de medo de você. Não te espancam nem te estupram porque você não leva jeito pra vítima (claro que já pode ter acontecido, mas não com tanta frequência). Mas se você é famosa, é ruim, porque todos os caras querem te comer, daí você fica toda sentimental e eles dizem "uuuuuu..." por acharem que o que você ia fazer era dar umas porradas neles. Filhos da mãe.Quando você é uma garota malvada, todo mundo faz o que você quer. Você tem espaço para crescer. Garotas malvadas são mais legais do que garotas boazinhas, e são mais amigas (...), na maioria das vezes, a não ser que essas outras sejam das que fazem tudo para agradar os caras, até usar as malvadas, esfregando em si mesmas, feito bastante perfume, um pouco do tempero das garotas malvadas. Garotas malvadas são mais espirituais e menos propensas a se viciar em drogas. E, se se viciam, quando largam, largam mesmo.As garotas malvadas conhecem os gênios antes das tapadas das boazinhas. Elas pegam os caras quentes antes, porque elas não ficam procurando aprovação, aquele big selo de popularidade. Em Amadeus, Salieri diz que Mozart é feio; mas aí a soprano (uma picante garota malvada) responde: "Uma mulher de bom gosto só quer saber do gênio".
Garotas malvadas adoram corpos de caras que tenham QI astronômico. A maioria das garotas malvadas não é tão libidinosa quanto as garotas boazinhas. Sexo é intriga, não aparência. É todo construído e tramado na fantasia. Garotas malvadas amam como leoas e matam quem se meter com sua prole.Garotas boazinhas roubam os namorados das malvadas. Garotas malvadas trepam, sim, com os namorados de vocês, mas a gente meio que fica se sentindo uma merda depois. O papel de vocês é ficar rondando os namoradinhos de vocês feito cachorro cobiçando um pedaço do churrasco. A gente não, o negócio da gente é voar com os caras de vocês para Nova York ou Los Angeles ou Paris e se trancar num quatro estrelas por três dias enquanto eles fazem com a gente coisas que não ousariam nunca fazer com vocês. (...)Garotas malvadas são "femenistas". A gente gosta de batom escuro e calcinha sexy, mas nós odiamos machismo, mesmo que a gente coma os maridos/namorados de vocês. Nós compreendemos os homens, nós os amamos, nós hetero/bi garotas malvadas.Nós não somos psicóticas garotas más; essas são as maléficas, de um tipo só delas. Talvez a Bust possa fazer um número sobre as "garotas maléficas" e aí a gente vai poder tirar todas elas do armário. Elas geralmente são consideradas garotas boas pela comunidade. (...)Garotas malvadas ficam obcecadas quando recebem um pé na bunda, mas ao invés de apelar para as táticas das maléficas garotas boazinhas, a gente faz coisas do tipo: deixa a banda do cara abrir o show para a nossa; manda toda a correspondência dele para o restaurante Der Wienerschnitzel em Watts (1); compra uma guitarra só por vingança; cria revistas em quadrinhos geniais e vira um gênio como a minha garota malvada favorita de Nova York, Dame Darcy, deusa suprema. (...) Ela é amiga da Lisa Suckdog, que tem aquela ótima zine Rollerderby. Lisa tenta ser uma garota malvada zanzando nua por aí, mas eu acho que ela não nasceu para a coisa. (...)A Darby da Ben Is Dead é uma garota malvada. Ela tira sarro da minha cara, mas garotas malvadas fazem isso umas com as outras, infelizmente. (...) A Cristina Martinez da Boss Hog é uma garota malvada quentíssima - qualquer dia desses ela vai perder aquele cara, o Spencer, e descobrir o quanto ela é fabulosa. (...) Tá vendo? As garotas malvadas se fodem (...). Nós simplesmente não conseguimos atravessar a linha que separa as garotas malvadas das garotas maléficas, isso é coisa para a... tudo bem, sem essa de citar nomes.Alanis Morrisette ganhou uma porção de Grammys e foi à entrega do Grammy. Garota malvada nenhuma iria à entrega do Grammy.Nunca dê um pé na bunda de uma garota malvada porque um dia você vai ter que voltar e rastejar por alguma coisa; cuidado, cara _nem a fúria dos infernos é pior do que a de uma garota malvada que levou um pé na bunda. Garotas malvadas conseguem lidar com alguma infidelidade. Garotas boazinhas te largarão "por princípio".Garotas malvadas podem ser tão classudas quanto Jackie O., que era, sim, uma garota malvada, mas que só achava que não era da nossa conta saber disso.Minha mana Barrymore (2) é uma puta duma garota malvada. A gente vai usar jeans bem lavado na entrega do Oscar. Claro que garotas malvadas vão às festas de entrega do Oscar - só se você for indicada é que você vai dizer que está ocupada e não poderá ir.Garotas boazinhas vivem de mau humor ou então felizes com a desgraça alheia, porque elas vivem cheirando a bunda dos outros ou sendo bajuladas. (...)Nós conseguimos ser ao mesmo tempo totalmente prostitutas da mídia e completamente misteriosas. Todas as garotas malvadas nas redondezas de Nova York e Los Angeles já transaram com outras garotas simplesmente porque sim. (...)Garotas malvadas engolem - porque é uma puuuuuuta grosseria cuspir... -, mas não na primeira vez. (...) Se você é uma garota solteira no pedaço, eu sugiro poder. Você tem que trabalhar duro para conseguir, e ninguém vai te ajudar. Você vai ganhar muitas inimigas entre as mulheres. Isso porque você eventualmente vai aparecer por aí dando uma de mulher de um puta editor - que está vivo e simplesmente gosta de você - em algum filmaço e todos os inúteis que trabalham nas revistas dele você poderia comer se quisesse, mas não vai fazer isso porque garotas malvadas nunca abusam do poder, uma vez que o tenham adquirido, a não ser para fins sexuais apenas.Garotas malvadas não fingem orgasmos, só se for para enganar elas mesmas.Garotas malvadas até que têm namorados malvados, mas na maioria das vezes são namorados bonzinhos, porque o cara-anjo, de rosto doce, é realmente horrendo, e o Mr. Macho é um cagão que não sabe que suéter usar em cena esta noite: arrg! (...) Eu sou uma perdedora no jogo do telefone. Se você quiser ser uma ''femme fatale'', vai em frente e nunca telefone de volta, nem faça contas etc. As boas garotas malvadas nem sequer entram no jogo do telefone. É difícil de acreditar, mas é verdade. Jogo de gato e rato é coisa da era elizabetana e vitoriana.Garotas malvadas vão sempre te oferecer tudo o que elas tiverem. Nós, garotas malvadas, somos vulgares, mas temos potencial para sermos totalmente finas.O resto é só da minha conta, e não da conta do New York Post!
***

FRANCES BEAN COBAIN



Frances Bean Cobain nasceu em 18 de agosto de 1992 em Los Angeles, California,atualmente, ela é morena, tem a pele bem clara, traços fortes e o rosto redondo. Assim é Frances Bean Cobain, uma adolescente aparentemente comum, mas que carrega no sangue uma herança genética poderosa.. Apesar de ser filha de um dos maiores nomes do rock, prefere escutar música clássica...

Em entrevista, Francis falou que pretende seguir carreira como jornalista ou fotógrafa, duas coisas que ela gosta muito de fazer. O seu grande interesse já lhe abriu uma porta. Ela vai estagiar na versão americana da revista "Rolling Stone" este ano, no fim do primeiro semestre.

Kurt e Courtney - um breve resumo...



Courtney Love viu Kurt pela primeira vez durante um show do Nirvana em Portland, estado de Oregon, no ano de 1989. Os dois tiveram uma rápida conversa naquela noite e Love logo desenvolveu uma queda pelo cantor. Os dois foram formalmente apresentados apenas em maio de 1991, em Los Angeles, durante um concerto das bandas L7 e Butthole Surfers. Nas semanas que se seguiram, depois de descobrir através de Dave Grohl que Cobain também sentia-se atraído por Courtney, ela começou a persegui-lo. Mais algumas semanas e os dois se encontraram e começaram a sair, o que começou no outono de 1991.
O namoro resultou na gravidez de Courtney Love, que descobriu estar esperando um bebê de Kurt em janeiro de 1992. Logo o casal decidiu se casar, cerimônia que aconteceu em 24 de fevereiro de 1992 na Praia de Waikiki, no Havaí. Em 18 de agosto de 1992 nasce a filha do casal. Courtney Love dá a luz à Frances Bean Cobain, . seu nome do meio (que significa "feijão" em português) foi dado a ela por Kurt, que dizia que a filha parecia um feijãozinho durante os primeiros exames de ultra-som. O primeiro nome parece ter vindo de uma admiração que Kurt tinha por Frances Farmer (atriz de cinema e teatro) e/ou por Frances McKee (cantora da banda The Vaselines).
Courtney costuma ser bastante impopular pelos fãs do Nirvana. As críticas acusam Courtney de ter se aproximado de Kurt apenas com o intuito de tornar-se famosa.
Rumores apontam que o disco "Live Through This", considerado o melhor álbum da banda Hole, banda de Love, teria sido quase que totalmente composto por Kurt. O boato tornou-se ainda mais forte após o surgimento de uma versão de "Asking for It" em que Kurt cantava nos backing vocals, mas não existem evidências fortes que confirmem a veracidade dos rumores.
Hoje em dia Courtney Love ainda sustenta uma ligação muito forte com Kurt, ela diz que até hoje nunca mais conseguiu namorados fixos "Eu durmo ainda com os pijamas que ele usava" disse em uma entrevista. Com essa ligação Courtney afasta qualquer pessoa que possa querer namora-la. Essa ligação é ainda mais forte por Courtney ter herdado todo o legado de Kurt e do Nirvana, além de ter uma filha com ele. Em várias músicas do Hole e da carreira solo de Courtney podemos encontrar referências sobre Kurt, como as músicas: Doll Parts, Dying, Northern Star, Playing Your Song, Mono e Uncool. 14 anos após a morte de seu marido Courtney está prestes a lançar um novo álbum em que pelo menos uma das músicas podemos ver claramente que ela ainda fala sobre sua relação com Kurt, é a balada desesperada entitulada Pacific Coast Highway.




CURIOSIDADES:



-A música Heart Shaped Box é uma referência a caixa que Courtney deu para Kurt logo no início do namoro, a caixa em formato de coração continha uma cabeça de boneca e um bilhete marcando um novo encontro. Os dois se conheceram em uma casa de shows, onde rolaram no chão aos tapas só por brincadeira.

-O casal tinha muitas brigas devido ao ciúmes que sentiam um pelo outro. Mas Kurt cultivava um ciúmes especial por Billy Corgan, vocalista do Smashing Pumpkins, que
Foi namorado dela antes dele...


-Pedido de casamento:
Kurt faz o pedido: "Gosto de você, tenho uma banda legal e ganho muita grana, casa comigo piranha..."